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510 anos: Desenvolvimento humano a passos lentos

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Embora o Brasil seja a oitava economia do mundo, no campo social o país não desponta entre as melhores nações no panorama global. Seu índice de desenvolvimento humano (IDH), por exemplo, é o 75º no ranking mundial de 2009.

A expectativa de vida é um dos indicadores que compõe o IDH. Nesse sentido o Brasil está entre os melhores classificados, com uma expectativa de 72 anos.

Mas é só olhar mais de perto para notarmos as profundas injustiças sociais a que os índios e afrodescentes, escravizados na época da colonização, foram submetidos.

Na época do descobrimento, a expectativa de vida do índio não ultrapassava os 40 anos de idade. Os escravos, no fim do século 18, viviam em média 23 anos.

Embora o índio tenha hoje instituições e leis que os protegem e amparam, eles não somam mais de 460 mil pessoas. População ínfima diante a que aqui vivia na época da chegada dos europeus, estimada entre 1 e 10 milhões de nativos. Atualmente, os índios brasileiros representam apenas 0,25% da população brasileira.

Os afrodescendentes, por sua vez, lutam, desde o fim da escravidão (1888) para corrigir seu atraso econômico e social, buscando condições igualitárias de estudo, de renda e de trabalho.

Conheça mais sobre a realidade social do brasileiro nas próximas páginas.







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